O poder das plantas brasileiras vai ser reunido em livro.
A editora Epub, voltada para área biomédica, lança um catálogo com o índice terapêutico fitoterápico (ITF) com 320 vegetais. A publicação, semelhante às que existem sobre substâncias alopáticas, apresenta princípios ativos, indicações, contra-indicações, efeitos colaterais, posologia, toxicologia, farmacologia, entre outras informações. Esta é a primeira publicação do tipo editada no Brasil. Os organizadores deram prioridade às plantas de uso comum sobre as quais já existem estudos científicos nacionais ou internacionais.
Apesar de ser voltado para especialistas, a editora científica do catálogo, Ângela Lima, diz que ele tem linguagem acessível para leigos. Há ervas nativas da Amazônia e da Mata Atlântica e outras originárias de outros países que se adaptaram por aqui. Estima-se que as florestas brasileiras abriguem nada menos que 12 mil espécies medicinais. Mas pouquíssimas foram pesquisadas com rigor, ao passo que
plantas como o ginseng, por exemplo, são vastamente estudadas em todo o mundo.
fonte Publicada em 25/05/2008 às 11h22m
O Globo Online
terça-feira, 27 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
PARABÉNS ICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS!
Você sabia que a partir de 15/05/2008 o nosso
Núcleo de Ciências Agrárias se tornou oficialmente a vigésima unidade da UFMG?
Parabéns a todos os que contribuíram para essa conquista.
Agora cada um de nós deve fazer o máximo para elevar cada vez mais o nome do
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UFMG.
E você, vai ficar aí parado?
Vai ficar aí só criticando?
Cada um pode e deve contribuir!
Núcleo de Ciências Agrárias se tornou oficialmente a vigésima unidade da UFMG?
Parabéns a todos os que contribuíram para essa conquista.
Agora cada um de nós deve fazer o máximo para elevar cada vez mais o nome do
INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DA UFMG.
E você, vai ficar aí parado?
Vai ficar aí só criticando?
Cada um pode e deve contribuir!
COMO ESCREVER UMA REVISÃO DE LITERATURA SEM ESTRESSE - AULA EXTRA
Dia 09 de junho de 2008 às 18h - sala 6.
Discutiremos dicas para ESCREVER UMA REVISÃO DE LITERATURA SEM ESTRESSE e tentaremos trocar experiências, muitas vezes não descritas nos livros.
Aguardo todos vocês lá.
Aberto para a comunidade do ICA!
Presença obrigatória para orientados de TCC, integrantes do GAS e GEQUUS.
Duração 1h e 30min.
Discutiremos dicas para ESCREVER UMA REVISÃO DE LITERATURA SEM ESTRESSE e tentaremos trocar experiências, muitas vezes não descritas nos livros.
Aguardo todos vocês lá.
Aberto para a comunidade do ICA!
Presença obrigatória para orientados de TCC, integrantes do GAS e GEQUUS.
Duração 1h e 30min.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A indústria investe em produtos orgânicos e naturais para dermocosméticos
16/04/2008 - 10:25
Que tal ficar linda, relaxada e ainda ajudar na preservação do meio ambiente? Os cosméticos orgânicos têm exatamente essa função. São produtos fabricados com matérias-primas livres de substâncias tóxicas sem poluir o meio ambiente no processo de produção.
Quem busca uma vida natural precisa conhecer melhor o conceito de orgânicos. Trata-se de vegetais (plantas, frutas, legumes etc) cultivados em solo vivo, ou seja, rico em nutrientes e matéria orgânica, sem a adição de adubos químicos ou agrotóxicos. Esse cuidado especial garante produtos mais nutritivos e saudáveis para o organismo e, é claro, respeita o meio ambiente. A boa notícia é que este tipo de preocupação não está restrito apenas aos alimentos. Algumas empresas no segmento de beleza já incorporaram a filosofia dos orgânicos, seja no plantio ou na escolha das matérias-primas que utilizarão para compor suas fórmulas.
Com esta nova visão de mercado da beleza, há uma grande preocupação em atender aos consumidores em suas necessidades individuais, protegê-los de substâncias que podem causar problemas à saúde e, sobretudo, diminuir o risco ecológico. Por isso, com o aumento deste mercado, é possível já encontrar produtos de baixo potencial alérgico, devido sua origem vegetal, com características biodegradáveis. “Um dos principais atrativos dos cosméticos orgânicos é a produção ecologicamente correta, onde verificamos que os consumidores, além de buscarem uma melhora na qualidade de vida, também estão preocupados em preservar a natureza e o meio ambiente”, afirma a gerente de pesquisa e desenvolvimento da Vital Especialidades, Mônica Antunes Batistela.
Com esse novo paradigma de produção de cosméticos, grandes companhias deste setor de todo o mundo estão investindo maciçamente em pesquisa e desenvolvimento de produtos livres de substâncias sintéticas como: óleos minerais, silicones, parabenos, conservantes químicos e matérias-primas de origem animal. E é sobre essa tendência que a empresa Vital Especialidades Dermocosméticas tem trabalhado com produtos naturais e vegetais. Veja, abaixo, alguns exemplos:
Derivados de Karité: Fruto originário das Savanas Africanas. Produto natural, altamente estável, com propriedades extra-emolientes, hidratantes, anti-irritantes, antiinflamatórias. Lipex Shea é uma matéria prima com certificado ECOCERT indicado para produtos de origem natural. Contém alto teor de emolientes naturais que hidratam, amaciam e protegem a pele e cabelos expostos às agressões externas, conferindo excelente propriedade sensorial. A família dos derivados do Karitê como emulsionantes, anfóteros, espessantes, quaternários e ésteres especiais possuem diversas aplicações: Limpeza facial, tratamento e hidratação, sabonetes, produtos solares, infantis, vegetais, cuidados corporais.
Derivados de Oliva: Completa linha de óleo de oliva e derivados. O óleo de oliva é caracterizado por triglicerídeos com alto teor de ácido graxo oléico. Graças ao processo de refino apresenta ainda alto teor de esqualeno e fitoesteróis. Os derivados de oliva são 100% naturais, com excelente perfil sensorial e permeação cutânea, sem resíduo oleoso. O Polygreen Softolive apresenta toque seco e suave, além de ser uma ótima alternativa vegetal ao uso de silicones. Possuem inúmeras possibilidades de aplicações como: limpeza, higienização, suavização e retirada de impurezas do dia-a-dia. O extrato de oliva também é conhecido devido sua propriedade nutritiva e hidratante, contém lipídeos, vitaminas do complexo B, proteínas e sais minerais.
Derivados do Cacau: Lipex Cocoasoft é a manteiga de cacau 100% natural, estável, para o cuidado da pele e/ou dos cabelos altamente ressecados. Exerce propriedades extra-emolientes, com ponto de fusão diferenciado, é hidratante, condiciona, amacia e protege, não deixando resíduo pesado e oleoso sobre a pele e cabelos. Confere ainda propriedades estruturantes e sensoriais para produtos cosméticos.
Produto com certificado Ecocert. Possui diversas possibilidades de aplicações: emulsões, manteigas corporais, loções, condicionadores e máscaras capilares.
Derivados de cCanola - akorex L: Produto com certificado Ecocert. Derivado das sementes da planta Brassica napus ou campestris. O Akorex L é uma fração do óleo vegetal de canola obtido através de um processo criterioso que otimiza o alto teor de tocoferóis naturais (vitamina E biodisponível na forma alfa, gama e delta) e fitoesteróis (betasistoterol, campesterol e brassicasterol). Trata-se de um potente antioxidante, antiinflamatório, regenerador, pode potencializar o fator de proteção solar e o tempo de meia vida das formulações. As aplicações podem ser: produtos para cuidados para pele (hidratantes e produtos anti-aging); produtos infantis (pomadas anti-assaduras, emulsões e óleos); produtos solares (emulsões, óleos bronzeadores e sticks labiais).
Akogel: É um produto especialmente desenvolvido para aplicação nas áreas cosméticas e farmacêuticas. Ele é uma associação de gorduras e óleos vegetais (grau alimentício refinado) hidrogenados e desodorizados, criteriosamente selecionados para se obter um produto estável e com uma consistência semi-sólida. Este complexo vegetal também tem o certificado Ecocert e foi desenvolvido para oferecer uma alternativa a vaselina sólida, que apresenta petrolato em sua composição. O Akogel poder ser utilizado em ampla gama de produtos cosméticos: Emulsões e cremes hidratantes, máscaras e condicionadores, bases líquida e batons ou sticks labiais.
Perfil da Vital Especialidades - A Vital Especialidades é uma empresa especializada no fornecimento de matérias-primas dermocosméticas e farmacêuticas; Possui 14 anos de forte atuação no mercado; Investe em desenvolvimento e pesquisa constantes, trabalhando lado a lado com seus fornecedores; desenvolve fórmulas e suporte técnico; Atendimento personalizado pelos seus vendedores internos; Visitação a médicos e clientes; Palestras, treinamentos e workshops (realizados em diversos estados brasileiros) e parcerias com os clientes para divulgação dos produtos da Vital. www.vitalespecialidades.com.br
Que tal ficar linda, relaxada e ainda ajudar na preservação do meio ambiente? Os cosméticos orgânicos têm exatamente essa função. São produtos fabricados com matérias-primas livres de substâncias tóxicas sem poluir o meio ambiente no processo de produção.
Quem busca uma vida natural precisa conhecer melhor o conceito de orgânicos. Trata-se de vegetais (plantas, frutas, legumes etc) cultivados em solo vivo, ou seja, rico em nutrientes e matéria orgânica, sem a adição de adubos químicos ou agrotóxicos. Esse cuidado especial garante produtos mais nutritivos e saudáveis para o organismo e, é claro, respeita o meio ambiente. A boa notícia é que este tipo de preocupação não está restrito apenas aos alimentos. Algumas empresas no segmento de beleza já incorporaram a filosofia dos orgânicos, seja no plantio ou na escolha das matérias-primas que utilizarão para compor suas fórmulas.
Com esta nova visão de mercado da beleza, há uma grande preocupação em atender aos consumidores em suas necessidades individuais, protegê-los de substâncias que podem causar problemas à saúde e, sobretudo, diminuir o risco ecológico. Por isso, com o aumento deste mercado, é possível já encontrar produtos de baixo potencial alérgico, devido sua origem vegetal, com características biodegradáveis. “Um dos principais atrativos dos cosméticos orgânicos é a produção ecologicamente correta, onde verificamos que os consumidores, além de buscarem uma melhora na qualidade de vida, também estão preocupados em preservar a natureza e o meio ambiente”, afirma a gerente de pesquisa e desenvolvimento da Vital Especialidades, Mônica Antunes Batistela.
Com esse novo paradigma de produção de cosméticos, grandes companhias deste setor de todo o mundo estão investindo maciçamente em pesquisa e desenvolvimento de produtos livres de substâncias sintéticas como: óleos minerais, silicones, parabenos, conservantes químicos e matérias-primas de origem animal. E é sobre essa tendência que a empresa Vital Especialidades Dermocosméticas tem trabalhado com produtos naturais e vegetais. Veja, abaixo, alguns exemplos:
Derivados de Karité: Fruto originário das Savanas Africanas. Produto natural, altamente estável, com propriedades extra-emolientes, hidratantes, anti-irritantes, antiinflamatórias. Lipex Shea é uma matéria prima com certificado ECOCERT indicado para produtos de origem natural. Contém alto teor de emolientes naturais que hidratam, amaciam e protegem a pele e cabelos expostos às agressões externas, conferindo excelente propriedade sensorial. A família dos derivados do Karitê como emulsionantes, anfóteros, espessantes, quaternários e ésteres especiais possuem diversas aplicações: Limpeza facial, tratamento e hidratação, sabonetes, produtos solares, infantis, vegetais, cuidados corporais.
Derivados de Oliva: Completa linha de óleo de oliva e derivados. O óleo de oliva é caracterizado por triglicerídeos com alto teor de ácido graxo oléico. Graças ao processo de refino apresenta ainda alto teor de esqualeno e fitoesteróis. Os derivados de oliva são 100% naturais, com excelente perfil sensorial e permeação cutânea, sem resíduo oleoso. O Polygreen Softolive apresenta toque seco e suave, além de ser uma ótima alternativa vegetal ao uso de silicones. Possuem inúmeras possibilidades de aplicações como: limpeza, higienização, suavização e retirada de impurezas do dia-a-dia. O extrato de oliva também é conhecido devido sua propriedade nutritiva e hidratante, contém lipídeos, vitaminas do complexo B, proteínas e sais minerais.
Derivados do Cacau: Lipex Cocoasoft é a manteiga de cacau 100% natural, estável, para o cuidado da pele e/ou dos cabelos altamente ressecados. Exerce propriedades extra-emolientes, com ponto de fusão diferenciado, é hidratante, condiciona, amacia e protege, não deixando resíduo pesado e oleoso sobre a pele e cabelos. Confere ainda propriedades estruturantes e sensoriais para produtos cosméticos.
Produto com certificado Ecocert. Possui diversas possibilidades de aplicações: emulsões, manteigas corporais, loções, condicionadores e máscaras capilares.
Derivados de cCanola - akorex L: Produto com certificado Ecocert. Derivado das sementes da planta Brassica napus ou campestris. O Akorex L é uma fração do óleo vegetal de canola obtido através de um processo criterioso que otimiza o alto teor de tocoferóis naturais (vitamina E biodisponível na forma alfa, gama e delta) e fitoesteróis (betasistoterol, campesterol e brassicasterol). Trata-se de um potente antioxidante, antiinflamatório, regenerador, pode potencializar o fator de proteção solar e o tempo de meia vida das formulações. As aplicações podem ser: produtos para cuidados para pele (hidratantes e produtos anti-aging); produtos infantis (pomadas anti-assaduras, emulsões e óleos); produtos solares (emulsões, óleos bronzeadores e sticks labiais).
Akogel: É um produto especialmente desenvolvido para aplicação nas áreas cosméticas e farmacêuticas. Ele é uma associação de gorduras e óleos vegetais (grau alimentício refinado) hidrogenados e desodorizados, criteriosamente selecionados para se obter um produto estável e com uma consistência semi-sólida. Este complexo vegetal também tem o certificado Ecocert e foi desenvolvido para oferecer uma alternativa a vaselina sólida, que apresenta petrolato em sua composição. O Akogel poder ser utilizado em ampla gama de produtos cosméticos: Emulsões e cremes hidratantes, máscaras e condicionadores, bases líquida e batons ou sticks labiais.
Perfil da Vital Especialidades - A Vital Especialidades é uma empresa especializada no fornecimento de matérias-primas dermocosméticas e farmacêuticas; Possui 14 anos de forte atuação no mercado; Investe em desenvolvimento e pesquisa constantes, trabalhando lado a lado com seus fornecedores; desenvolve fórmulas e suporte técnico; Atendimento personalizado pelos seus vendedores internos; Visitação a médicos e clientes; Palestras, treinamentos e workshops (realizados em diversos estados brasileiros) e parcerias com os clientes para divulgação dos produtos da Vital. www.vitalespecialidades.com.br
Agrotóxicos e hortaliças Pesquisa indica alto índice de substâncias tóxicas nos alimentos.
Será que você e sua família podem consumi-los sem risco à saúde? Simone Tinti
Toda mãe, mais cedo ou mais tarde, introduz legumes, frutas e verduras na dieta do filho. No primeiro ano, por meio das papinhas. Depois, além de cozidos, eles também são consumidos crus. 'As hortaliças são importantes porque têm minerais, vitaminas e fibras', afirma o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração de São Paulo.Mas o excesso de agrotóxicos pode prejudicar a fama de alimentos saudáveis. É o que apresentou um levantamento do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde. Os dados, levantados em 2007, indicam que o tomate, o morango e a alface apresentaram alto índice residual de agrotóxicos e uso de substâncias não autorizadas.Antes de os pais se assustarem com o resultado da pesquisa, Anthony Wong, chefe do Departamento de Toxicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que os agrotóxicos citados na pesquisa da Anvisa - metamidofós e monocrotofós - não se acumulam no organismo. Mas, mesmo assim, é importante tomar cuidados ao consumir hortaliças em geral, pois herbicidas e metais pesados são muito prejudiciais. 'Em níveis muito altos, 50 ou 100 vezes maiores que o permitido, há substâncias que podem causar efeitos indesejáveis como cólicas, entre outros', diz o médico. Uma saída para evitar o risco de contaminação seria adotar o consumo de produtos orgânicos . Quando não for possível comprá-los, a solução é higienizar as hortaliças rigorosamente. 'A dica é lavá-las com água, sabão e bucha ou escovinha. Com isso, é possível minimizar a presença de alguns tipos de agrotóxicos que penetram apenas na casca do alimento, além de evitar a contaminação por coliformes fecais', diz Ana Maria Resende Junqueira, professora da Faculdade de Agronomia da Universidade de Brasília (UnB).-
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u394205.shtml
Toda mãe, mais cedo ou mais tarde, introduz legumes, frutas e verduras na dieta do filho. No primeiro ano, por meio das papinhas. Depois, além de cozidos, eles também são consumidos crus. 'As hortaliças são importantes porque têm minerais, vitaminas e fibras', afirma o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração de São Paulo.Mas o excesso de agrotóxicos pode prejudicar a fama de alimentos saudáveis. É o que apresentou um levantamento do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde. Os dados, levantados em 2007, indicam que o tomate, o morango e a alface apresentaram alto índice residual de agrotóxicos e uso de substâncias não autorizadas.Antes de os pais se assustarem com o resultado da pesquisa, Anthony Wong, chefe do Departamento de Toxicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que os agrotóxicos citados na pesquisa da Anvisa - metamidofós e monocrotofós - não se acumulam no organismo. Mas, mesmo assim, é importante tomar cuidados ao consumir hortaliças em geral, pois herbicidas e metais pesados são muito prejudiciais. 'Em níveis muito altos, 50 ou 100 vezes maiores que o permitido, há substâncias que podem causar efeitos indesejáveis como cólicas, entre outros', diz o médico. Uma saída para evitar o risco de contaminação seria adotar o consumo de produtos orgânicos . Quando não for possível comprá-los, a solução é higienizar as hortaliças rigorosamente. 'A dica é lavá-las com água, sabão e bucha ou escovinha. Com isso, é possível minimizar a presença de alguns tipos de agrotóxicos que penetram apenas na casca do alimento, além de evitar a contaminação por coliformes fecais', diz Ana Maria Resende Junqueira, professora da Faculdade de Agronomia da Universidade de Brasília (UnB).-
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u394205.shtml
Planta que cresce em locais contaminados mostra caminho para recuperar solo
21/04/2008 - 13h04
da Efe, em Madri
Uma planta herbácea que cresce em terrenos contaminados com metais pesados está ajudando cientistas a entenderem como recuperar este tipo de solo, diz um estudo publicado nesta segunda-feira (21) pela revista britânica "Nature". As pesquisas genéticas realizadas pela Universidade alemã de Heidelberg têm como finalidade destrinchar os mistérios da Arabidopsis halleri, uma das poucas plantas adaptadas a este tipo de terreno. A Arabidopsis halleri, uma herbácea pouco comum da família brassicacea, extrai do solo as substâncias tóxicas e, por meio de um sistema de bombeamento, as envia das raízes para as folhas, onde se concentram para defender a planta de insetos e de agentes patogênicos. Os cientistas alemães descobriram que esta planta tem três cópias do gene HMA4 quando a compararam com sua irmã, a Arabidopsis thaliana, que só tem um e que não consegue sobreviver em locais contaminados com metais pesados, diz o estudo.
Quando este gene foi transplantado para a Arabidopsis thaliana, ela se tornou mais resistente aos metais pesados, mas não o suficiente. A autora principal do estudo, Ute Kraemer, explicou que há outros genes envolvidos no processo que ainda não foram totalmente identificados. No entanto, o efeito de acumulação e tolerância aos metais é muito amplo no HMA4, por isto a "boa notícia" é que o número de genes adicionais necessários para ter uma planta destas características é baixo (entre um e dez), acrescentou.
A pesquisadora alemã disse, que, por causa da pouca biomassa da Arabidopsis halleri, seria inviável economicamente limpar os terrenos contaminados com esta planta, já que em teoria seriam necessários aproximadamente cem anos para regenerar um solo moderadamente contaminado.
A solução é aumentar a produção de biomassa nesta variedade ou potenciar geneticamente outras plantas mais frondosas da mesma família da Brassica juncea (planta da mostarda) para que sobrevivam nestes terrenos inóspitos e se comportem como a Arabidopsis halleri. Os terrenos contaminados com metais pesados existem em grande quantidade no mundo e estão se transformando em um grave problema na Europa, sobretudo na Europa Oriental, na China e na Índia.
da Efe, em Madri
Uma planta herbácea que cresce em terrenos contaminados com metais pesados está ajudando cientistas a entenderem como recuperar este tipo de solo, diz um estudo publicado nesta segunda-feira (21) pela revista britânica "Nature". As pesquisas genéticas realizadas pela Universidade alemã de Heidelberg têm como finalidade destrinchar os mistérios da Arabidopsis halleri, uma das poucas plantas adaptadas a este tipo de terreno. A Arabidopsis halleri, uma herbácea pouco comum da família brassicacea, extrai do solo as substâncias tóxicas e, por meio de um sistema de bombeamento, as envia das raízes para as folhas, onde se concentram para defender a planta de insetos e de agentes patogênicos. Os cientistas alemães descobriram que esta planta tem três cópias do gene HMA4 quando a compararam com sua irmã, a Arabidopsis thaliana, que só tem um e que não consegue sobreviver em locais contaminados com metais pesados, diz o estudo.
Quando este gene foi transplantado para a Arabidopsis thaliana, ela se tornou mais resistente aos metais pesados, mas não o suficiente. A autora principal do estudo, Ute Kraemer, explicou que há outros genes envolvidos no processo que ainda não foram totalmente identificados. No entanto, o efeito de acumulação e tolerância aos metais é muito amplo no HMA4, por isto a "boa notícia" é que o número de genes adicionais necessários para ter uma planta destas características é baixo (entre um e dez), acrescentou.
A pesquisadora alemã disse, que, por causa da pouca biomassa da Arabidopsis halleri, seria inviável economicamente limpar os terrenos contaminados com esta planta, já que em teoria seriam necessários aproximadamente cem anos para regenerar um solo moderadamente contaminado.
A solução é aumentar a produção de biomassa nesta variedade ou potenciar geneticamente outras plantas mais frondosas da mesma família da Brassica juncea (planta da mostarda) para que sobrevivam nestes terrenos inóspitos e se comportem como a Arabidopsis halleri. Os terrenos contaminados com metais pesados existem em grande quantidade no mundo e estão se transformando em um grave problema na Europa, sobretudo na Europa Oriental, na China e na Índia.
Parabéns pelo seu dia, Zootecnistas!
13/05
O Zootecnista é um profissional responsável por grandes transformações nas Ciências Agrárias.
Parabéns pelo seu dia!
O Zootecnista é um profissional responsável por grandes transformações nas Ciências Agrárias.
Parabéns pelo seu dia!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Estudo usa veneno contra Alzheimer
Equipe da USP seleciona aranha para desenvolver novo remédio voltado a pacientes com doença degenerativa
Brás Henrique
Uma substância encontrada no veneno de uma aranha comum no cerrado brasileiro pode ser a chave para um novo medicamento destinado a pacientes com mal de Alzheimer e outras doenças degenerativas, como esquizofrenia e epilepsia. Pesquisa desenvolvida no câmpus da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, conseguiu separar uma substância produzida pela aranha Parawixia bistriata e, com o trabalho, impedir a morte de células do sistema nervoso.A equipe da USP extraiu a glândula do veneno da P. bistriata para separar suas moléculas. A substância afeta a quantidade de glutamato no sistema nervoso. O glutamato é um aminoácido responsável pela comunicação entre os neurônios, chamado de neurotransmissor. "Por algum motivo, a liberação em excesso do glutamato aumenta a estimulação e mata as células do sistema nervoso, que não se regeneram", diz o professor do Departamento de Biologia da USP Wagner Ferreira dos Santos, um dos pesquisadores envolvidos no trabalho.Como na aranha o glutamato é responsável pelos movimentos, foram coletadas várias espécies e feitas experiências em ratos, em laboratório, simulando crises convulsivas. A P. bistriata apresentou o melhor resultado em laboratório, já que a maioria dos ratos não desenvolveu doenças. Isso poderá, no futuro, evitar a progressão de doenças neurodegenerativas em humanos. "Os medicamentos existentes hoje diminuem a estimulação, mas não bloqueiam a morte celular dos neurônios, o que a pesquisa foi capaz de fazer", comemora Santos. "Não tínhamos idéia do mecanismo da ação do glutamato", comenta.Outro pesquisador, Joaquim Coutinho-Netto, da Faculdade de Medicina, diz que a pesquisa traz boas perspectivas, pois há 30 anos não se tem novidades na área e os medicamentos são do começo do século 20.
ETAPAS: Pesquisadores das faculdades de Medicina e de Filosofia, Ciências e Letras participam dos estudos, que começaram há 14 anos e ainda não foram concluídos. No momento, eles trabalham na estrutura química da molécula.Em seguida, será feita a síntese química, para produzir a molécula em laboratório, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. Então, ensaios com animais deverão ser realizados para encontrar o melhor método de uso do medicamento (injetável, comprimido ou outro). Só depois seriam feitos testes em humanos. Com os investimentos necessários, o início dos testes em humanos deverá ocorrer em sete anos, diz Santos.Uma parte da pesquisa está sendo desenvolvida em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), pela pesquisadora Andréia Cristina Karklin Fontana, que integra a equipe. O estudo foi publicado na revista americana Molecular Pharmacology no final de 2007.
Brás Henrique
Uma substância encontrada no veneno de uma aranha comum no cerrado brasileiro pode ser a chave para um novo medicamento destinado a pacientes com mal de Alzheimer e outras doenças degenerativas, como esquizofrenia e epilepsia. Pesquisa desenvolvida no câmpus da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, conseguiu separar uma substância produzida pela aranha Parawixia bistriata e, com o trabalho, impedir a morte de células do sistema nervoso.A equipe da USP extraiu a glândula do veneno da P. bistriata para separar suas moléculas. A substância afeta a quantidade de glutamato no sistema nervoso. O glutamato é um aminoácido responsável pela comunicação entre os neurônios, chamado de neurotransmissor. "Por algum motivo, a liberação em excesso do glutamato aumenta a estimulação e mata as células do sistema nervoso, que não se regeneram", diz o professor do Departamento de Biologia da USP Wagner Ferreira dos Santos, um dos pesquisadores envolvidos no trabalho.Como na aranha o glutamato é responsável pelos movimentos, foram coletadas várias espécies e feitas experiências em ratos, em laboratório, simulando crises convulsivas. A P. bistriata apresentou o melhor resultado em laboratório, já que a maioria dos ratos não desenvolveu doenças. Isso poderá, no futuro, evitar a progressão de doenças neurodegenerativas em humanos. "Os medicamentos existentes hoje diminuem a estimulação, mas não bloqueiam a morte celular dos neurônios, o que a pesquisa foi capaz de fazer", comemora Santos. "Não tínhamos idéia do mecanismo da ação do glutamato", comenta.Outro pesquisador, Joaquim Coutinho-Netto, da Faculdade de Medicina, diz que a pesquisa traz boas perspectivas, pois há 30 anos não se tem novidades na área e os medicamentos são do começo do século 20.
ETAPAS: Pesquisadores das faculdades de Medicina e de Filosofia, Ciências e Letras participam dos estudos, que começaram há 14 anos e ainda não foram concluídos. No momento, eles trabalham na estrutura química da molécula.Em seguida, será feita a síntese química, para produzir a molécula em laboratório, pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. Então, ensaios com animais deverão ser realizados para encontrar o melhor método de uso do medicamento (injetável, comprimido ou outro). Só depois seriam feitos testes em humanos. Com os investimentos necessários, o início dos testes em humanos deverá ocorrer em sete anos, diz Santos.Uma parte da pesquisa está sendo desenvolvida em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), pela pesquisadora Andréia Cristina Karklin Fontana, que integra a equipe. O estudo foi publicado na revista americana Molecular Pharmacology no final de 2007.
Veneno de sapo é apreendido em casa de empresário de Pindamonhangaba
Homem teria aplicado o produto em comerciante de 52 anos, que morreu. Ele se apresentou à polícia e disse que cedia o veneno a amigos sem cobrar nada.
Um empresário do setor de transportes de Pindamonhangaba, a 145 km de São Paulo, se apresentou à polícia no fim da manhã desta sexta-feira (25). Ele é suspeito de ter aplicado o veneno de sapo conhecido como kambô no comerciante de 52 anos que morreu após usar o produto.
Por volta das 16h30, a polícia fez uma busca na casa do suspeito e encontrou mais pedaços de madeira com kambô. “São umas lascas de madeira, que, segundo ele (o empresário), são vendidas no Acre. Tem como se fosse uma cola em cima, uma substância resinosa, que nada mais é que a substancia que fica na pele do sapo”, explica o delegado Vicente Lagioto, titular do 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, que investiga o caso.
Segundo o delegado, o suspeito disse ter comprado as lascas por R$ 50 a unidade. Cada uma teria veneno suficiente para 10 aplicações. Lagioto contou que o empresário estava bastante emocionado ao depor nesta sexta-feira. “Ele está traumatizado, não estava esperando a morte”, relata o delegado.
Ainda de acordo com Lagioto, o suspeito disse que aplicou o kambô em si mesmo por seis vezes. Ele teria contado a conhecidos sobre os benefícios do veneno. “Aí, uns amigos pediram para aplicar. Um amigo chamou outro e virou isso”, diz o delegado.
Lagioto afirma que o empresário não foi indiciado. “Estamos aguardando o resultado do laudo para ver que crimes poderão ser caracterizados. Pode ser homicídio, exercício irregular de medicina e até crime ambiental, já que ele (o suspeito) retirou material da fauna silvestre e deixou o sapo sem proteção.”
Um empresário do setor de transportes de Pindamonhangaba, a 145 km de São Paulo, se apresentou à polícia no fim da manhã desta sexta-feira (25). Ele é suspeito de ter aplicado o veneno de sapo conhecido como kambô no comerciante de 52 anos que morreu após usar o produto.
Por volta das 16h30, a polícia fez uma busca na casa do suspeito e encontrou mais pedaços de madeira com kambô. “São umas lascas de madeira, que, segundo ele (o empresário), são vendidas no Acre. Tem como se fosse uma cola em cima, uma substância resinosa, que nada mais é que a substancia que fica na pele do sapo”, explica o delegado Vicente Lagioto, titular do 1º Distrito Policial de Pindamonhangaba, que investiga o caso.
Segundo o delegado, o suspeito disse ter comprado as lascas por R$ 50 a unidade. Cada uma teria veneno suficiente para 10 aplicações. Lagioto contou que o empresário estava bastante emocionado ao depor nesta sexta-feira. “Ele está traumatizado, não estava esperando a morte”, relata o delegado.
Ainda de acordo com Lagioto, o suspeito disse que aplicou o kambô em si mesmo por seis vezes. Ele teria contado a conhecidos sobre os benefícios do veneno. “Aí, uns amigos pediram para aplicar. Um amigo chamou outro e virou isso”, diz o delegado.
Lagioto afirma que o empresário não foi indiciado. “Estamos aguardando o resultado do laudo para ver que crimes poderão ser caracterizados. Pode ser homicídio, exercício irregular de medicina e até crime ambiental, já que ele (o suspeito) retirou material da fauna silvestre e deixou o sapo sem proteção.”
Laboratório é acusado pela intoxicação de empregados
A multinacional farmacêutica Eli Lilly e a ABL Antibióticos podem ser condenadas a pagar indenização de R$ 300 milhões a um grupo de 80 ex-funcionários. A Procuradoria Regional do Trabalho de Campinas (SP) ajuizou uma ação civil pública na 2ª Vara do Trabalho de Paulínia, pedindo a indenização por dano moral coletivo em decorrência da contaminação dos trabalhadores por substâncias tóxicas e metais pesados.Nas 91 páginas da ação acatada pelo promotor de Paulínia Guilherme Duarte Conceição, os funcionários acusam a empresa de ser a causadora da contaminação de seus organismos por substâncias tóxicas e metais, alguns deles cancerígenos, lançados no incinerador da indústria usado para queimar lixo tóxico, entre 1998 e 2002. ?Existem indícios de que a contaminação também possa ter ocorrido por causa de um incinerador que funciona na empresa, no qual são queimados produtos químicos?, diz o promotor.Dos 80 funcionários que foram examinados pelo toxicologista da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Igor Vassilieff, apenas 3 não apresentaram no organismo a presença de pelo menos um dos metais utilizados na fabricação dos remédios da empresa e considerados cancerígenos - alumínio, arsênio, cádmio, césio, chumbo, mercúrio, níquel, tálio e urânio.A ação determina que seja criada, com R$ 150 milhões da indenização, uma fundação para dar suporte assistencial aos ex-trabalhadores. Outros R$ 100 milhões serão aplicados na doação de bens e equipamentos para hospitais públicos, filantrópicos e assistenciais que prestem serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS). Os R$ 50 milhões restantes deverão ser revertidos para o Fundo de Apoio do Trabalhador (FAT). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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